18 de junho de 2011

Era uma vez uma borboleta que sonhava ser uma menina...

...Ou uma menina que sonhava ser uma borboleta.
Havia uma borboleta num dia de domingo
Que o céu nas costas carregava errante
E ao redor do céu o universo estava
Com bordas pretas limitando o mundo
Mas mesmo a beleza de seu voo errante
E a leveza das estrelas que carregava em si
Diante dos sonhos que à noite sonhava
Realidade pouca pareciam ter
Sonhava ser radiante moça
E ter nos lábios um belo sorriso
Sob a lua o sonhava com tantos detalhes
Que achava ter seus olhos expressivos
E ao acordar pensava ser um sonho:
Era da moça apenas um rascunho.
(poema foi feito por João Vitor)

3 comentários:

Maíra Cheminand disse...

Louise sou sua fã em suas em seus textos publicados nesta parte de sua vida...
Seus textos são de uma proporção significante aos olhares de quem as vê. Seus dedilhares aos soluçar as palavras encontram um caminho diferente em diversos corações...
Seus vocábulos são de extrema simplicidade que as vezes as confundem com a menina ou uma mulher.
Sua filosofia de vida está expressa nos humildes textos dedicados a todos, com simbologias distintas...
Minha cara, sua filosofia só será mais um passo para a iniciada escadaria de sucesso que vossa dinastia subirá.
Continua assim nos dando o ar de sua sabedoria.

Um abraço da sua e sempre amiga!!!

Ana Ferreira disse...

Louise,
Gosto muito do poema. Carregado de emoção, de leveza... Sublime, quase como o vôo de uma borboleta. O doce planar...

Beijos,
Ana

Dani disse...

Poema encantado!
Adorei seu espaço!
Fica com Deus, beijos ^^

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